Aniversário: 2 anos da adoção da Sofie

09/01/2009

Email recebido da minha Mami:

“Bom dia!!!
Fui dormir já de madrugada, aí acordei com barulho de coisas caindo….mas além de estar com muito sono, estou me acostumando com os muitos barulhos que “parecem” ser dentro do meu apartamento e ser na vizinhança. Então, ao contrário do que sempre fiz, levantar e ficar procurando localizar o motivo do barulho, virei pro canto e voltei a dormir. De manhã, percebi sinais de que algo estranho havia acontecido além de alguns objetos caídos na área de seviço, indicando que o invasor provavelmente teria entrado pelo basculhante da área de serviço. Coloquei a água pro café prá ferver e fui levar uns objetos pro ármário lá do quarto, quando ao abrir a porta do quarto vi movimentar rapidamente um vulto que me pareceu ser um rabo de gato. Cuidadosamente fui tentando localizar o bicho. Quando de repente, levei o maior susto com dois enormes e brilhantes olhos que pareciam mais ser de uma coruja!!!
Para me certificar se era mesmo um gato, fui até à cozinha e peguei um pote com ração e fiquei à espreita esperando que ele saísse da toca. Só que aí, lembrei-me da água que estava cozinhando ou secando…quando voltei a ração havia sumido. Repeti a dose… cansei de esperar para dar o flagra e mais uma vez quando retornei o pote  estava vazio. Bem aí, resolvi dar um tempo…. voltei a encher o pote novamente só mais tarde e ser mais paciente.
Acredito que a fome tenha falado mais alto, mal eu me afastei ele saiu assustadíssimo do esconderijo (foi quando eu consegui identificá-lo através da fresta da porta) e devorou ávidamente a comida. Logo voltou a se esconder novamente.
Já de tardezinha, ele já passou a dar uns miados quando me aproximava de onde ele estava, foi quando decidi  fotografá-lo. Bem pra que isso acontecesse, precisei usar de uma tremenda estratégia: perfurmar a ração com o delicioso e penetrante aroma de sardinha. À medida que ele ia se mostrando eu ia afastando o pote e me afastando.
Até que consegui registrar a imagem dele por inteiro.
A partir daí passei a levar o pote, ou melhor a latinha em direção da janela, com o intuito de ele retornasse de onde
teria vindo. Mas acho que percebeu as minhas segundas intenções: comia a ração…. até mesmo aquela que eu havia colocado em cima do telhado, mas antes que eu fechasse a janela, muito mais rápido do que eu, ele corria prá dentro do quarto de novo.
Houve um momento que pensei que ele havia ido embora. Fechei a janela.
Só que mais tarde entro lá no quarto e quem eu vejo?? Dois olhinhos arregalados seguido de um leve miado.
Bem, por enquanto sigo alimentando um gato (ou uma gata) no quarto que a Mitzi ocupou….mas a janela está aberta.
Antes, se fechava a janela com medo que uma felino não fugisse (no período que eu e a mItsy estivemos hospedadas na casa dela) e agora, mantém-se aberta, torcendo para que se vá!!!!

Mami”

Nessa brincadeira de tentar se livrar da intrusa um dia Mami finalmente conseguiu trancar a Sofie do lado de fora. Era um dia frio e mais tarde começou a chover, mas daí a bichinha já tinha sumido… minha mãe ficou se remoendo de dó e culpa. Continuou-se colocando “iscas” para atrair a mocinha e alguns dias depois Sofie e Mami passaram a cohabitar (foi colocado anúncio em jornal e entrado em contato com ONGs para tentar descobrir o humano de estimação anterior). Passaram-se dois anos que apequena saiu das ruas e pelo jeito Mami e Sofie foram feitas uma para a outra!

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