Aniversário: 4 anos da adoção da Princesa Mitsy D’Mãmã

Sempre fui louca por gatos, mas minha irmã LêRS tinha asma e meu pai ojeriza!

Assim, só fui ter MEU primeiro gatinho com mais de 15 anos, depois da separação dos meus pais. Estava voltando da escola e fiquei brincando com um gatinho amarelo que estava na rua e não é que ele me seguiu até em casa (no meu colo!!!)? Isso foi numa sexta, no final de semana meu pai foi nos visitar (o gato estava trancado na garagem), na segunda quando ele foi embora o gato desapareceu. O carro era uma belina a álcool (que tinha que ligar para aquecer) e como era inverno, o bichinho entrou no para-choques para se aquecer. O pobrezinho só conseguiu sair dali muitos quilômetros depois quando meu pai parou para abastecer! 😦

Aos 21 fiquei hospedada com uma família por seis meses e adotei o gato deles como sendo MEU. O Faked Lion (leão falso) era outro gato amarelo, mas com pelo longo, lindo! Como ele havia sido adotado (de um abrigo)  poucos meses antes ainda era muito assustado – claro que meu lado Felícia o trancou várias vezes no quarto para que dormisse comigo (nunca adormeceu aninhado em mim, mas enfim… eu tentei!).

Só aos 29 pude adotar um bichano (até então saía de casa às 7 e voltava às 23! Felinos são independentes, mas não podem ficar sozinhos o tempo todo!).  Passava todos os dias na frente de uma petshop que tinha animais para doação, um dia finalmente tive coragem de entrar em brincar com os filhotes e me apaixonei perdidamente por uma ninhada que foi abandonada antes de desmamar e por outra que devia ter uns três meses que pareciam gatinhos de calendário rajados cinza claro e escuro com olhos azuis!

No dia que voltei para finalmente levar um sortudinho para casa a dona do lugar me disse que os bem pequenininhos foram retirados da adoção pq ainda estavam sendo alimentados com mamadeira a cada poucas horas e os outros ainda não haviam chegado, mas que a cuidadora poderia entregá-los na minha casa mais tarde. Enquanto eu preenchia a papelada e ela combinava os detalhes da entrega entrou uma menina que perguntou detalhes sobre uma gata tricolor grande que estava sozinha numa gaiola. Princesa, aproximadamente 10 meses, encontrada em uma casa abandonada com sua primeira ninhada, provavelmente também nascida na rua. Imediatamente desisti de adotar um filhote!

Um gato adulto: já está com personalidade formada, sendo fêmea já passou o primeiro cio (e normalmente ninhada), já foi esterelizado já não precisa ser alimentado na boca, já sabe usar a caixa sanitária, já sofreu abusos E tem menos chances de ser adotado porque as pessoas costumam esquecer que filhotes crescem!

A Mitsy por muitos anos foi uma gata anti-social e desconfiada que se sentia um ser superior a todos os outros seres vivos (humanos eram toleráveis por a alimentarem e limparem sua caixa sanitária). Por anos ela teve dificuldade de ronronar enquanto eu fazia carinho nela (ao ronronar o gato abaixa a guarda e relaxa!), mas hoje já não se esconde sempre que vê uma pessoa estranha em casa e às vezes até deixa que desconhecidos façam carinho.  É muito companheira,  faz questão de dormir enroscada conosco e quando estamos trabalhando fica perto fazendo companhia.  Hoje, ela não é MINHA gata, mas sim eu sou SUA humana de estimação! 😉

Obs.: Fica a dica: ADOTEM GATOS ADULTOS!!!

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