Calçadas para pedestres

Há dias que me sinto incomodada com a falta de respeito que tenho visto pelas ruas por onde passo. A impressão que tenho é que muuuuuuita gente nunca ouviu aquela santa frase: “O direito de um acaba onde começa o direito do outro.”

A princípio vamos considerar quatro agentes no trânsito: pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas (dos demais veículos motorizados).  Destes, o elemento mais frágil e mais lento é o pedestre.

A calçada é via  EXCLUSIVA para o pedestre!

Calçada não é estacionamento (nem fixo, nem provisório); também não é via expressa para motocicletas e sei que a rua não é segura para as bicicletas e seus usuários, mas como veículo de transporte é a via apropriada (ciclistas querem ser respeitados, os pedestres também!). Ahhh e para os transeuntes que bloqueiam o já exíguo espaço dos pedestres em aglomerações para bate-papos infindáveis: caĺçadas são vias de passagem e não ambientes para longas socializações!

Ahhh se cada um fizesse bom uso de seu espaço e respeitasse o do outro…

 

Coleta seletiva, você sabe separar?

Vidro, plástico, metal, papel EEE o resto?

Na praça ao lado da minha casa tem quatro conteiners enormes com apenas as quatro divisões clássicas para coleta seletiva (o que já é uma iniciativa louvável da prefeitura). Em cada um há uma lista dos materiais aceitáveis e os inaceitáveis (muito didático!). Mas me restam dúvidas, muitas dúvidas!

Por exemplo, embalagens de comida feitas de papel não podem ser recicladas junto com papel limpo, então é lixo orgânico? Como tem gordura não podem ir para a composteira ou minhocário, ainda assim é considerado lixo orgânico?

Lâmpadas são basicamente vidro e metal, mas não devem ser colocadas em nenhuma das duas lixeiras, e faço o que com as que estão queimadas?

Sempre ouvi falar que dejetos humanos quando mal direcionados contaminam os lençóis freáticos, mas papel higiênico nào é classificado como lixo orgânico?

Afinal de contas isopor é reciclável?! Coloco junto com papel ou plástico?

Pilhas quando vazam fazem a maior lambança, tanto em nossas casas, quanto no meio ambiente. Vou guardando as que não prestam mais em uma garrafa pet, mas e quando ela está cheia devo descartar onde?

Coleta seletiva é uma ideia ótima, mas ainda faltam pontos de coleta mais acessíveis para a população em geral e faltam explicações mais específicas do que simplesmente as quatro  divisões básicas.

A saga da busca da escolinha “perfeita”

O que é a escolinha perfeita? Quando começar a procurar? Qual a idade ideal para que a criança vá para a escolinha? Dúvidas, dúvidas, dúvidas… não tenho certezas, só dúvidas!

A escolinha perfeita provavelmente não existe – ainda mais quando sempre se espera encontrar a excelência… Pelo menos, tenho ideia  de quais quesitos são absolutamente inadimissíveis para mim. (O essencial, para mim, é que as crianças tenham tempo e espaço para serem crianças!)

Desde que engravidei soube que minha gravidez extra-uterina (no sling) duraria seis meses, mas que depois disso teria que entregar o meu filhote a cuidados alheios (nosso segundo corte do cordão umbilical). Como nesta época começa o desmame parcial (e o sistema imunológico, consequentemente, baixa um pouquinho) nosso pediatra de Brasília tinha sugerido que déssemos preferência a uma babá do que a escolinha… podem me chamar de paranóica, mas não me sinto confortável em deixar meu pequeno príncipe sozinho com só uma pessoa desconhecida, ainda prefiro uma instituição onde uma pessoa vê o que as outras estão fazendo (responsabilidade individual compartilhada!).

Comecei a procurar creche/berçário/escolinha quando estava no terceiro trimeste gestacional ainda lá em Brasília, mas o que é realmente importante analisar nesse momento?  Abaixo segue a minha saga e o que observei nas instituições que visitei nestes dois meses aqui em São Bernardo.

1- 100m de casa, mas cheguei e o portão estava escancarado, o porteiro estava fora de vista (assistindo um jogo de bocha na TV), a coordenadora me deu um chá de cadeira apesar de eu estar com o  Y no sling e pra completar vi as crianças tomando banho de sol (num dia de fritar ovo no asfalto) às 10 da manhã (e uma das cuidadoras na sombra)!!! Ahhh hã!!! Juro que o Y algum dia vai por seus pezinhos ali! NÃÃÃÃÃÃOOOO!!!

2 – pelo nome já imaginei as criancinhas em alguma viagem alucinógena… hehehe O lugar é bonitinho, uma casa simples com pátio e uma mini horta. A coordenadora sabe detalhes de cada criança. É bem ventilada, mas um pouco escura. Estranhei que nem a coordenadora nem as tias nunca tinham ouvido falar em banho de balde. É a mais barata, mas tem fila de espera. Talvez.

3 – considerada a melhor escolinha de SBC, mas vai desde o ensino pré-escolar até o nono ano… mesmo sendo em andares diferentes (são 5) prefiro um lugar exclusivo para crianças pequenas. E… a sala de banho e a de preparação de alimentos não tem ventilação! Não!

4 – uma casa grande só para educação infantil sendo que o berçário fica separado (um pouco escuro). Uma das atendentes era bem informada e bem articulada, já a outra… A coordenadora me atendeu no dia seguinte para me dar os valores de uma forma muito apressada… Não!

5 – cheguei junto com o motoboy que estava entregando marmitex… o marmitex era o almoço das crianças maiores de 2 anos! A pessoa que atendeu a porta não sabia o que fazer comigo pq a coordenadora não estava… uma colega dela que estava saindo disse para que ela me mostrasse a escola… mas a coordenadora não estava e ela tinha recebido os marmitex, era informação demais para a cabecinha da pobre moça! Quando ela repetiu “E agora o que eu faço?” eu disse “Agora você me mostra a escola!”. Coisa que me irrita é gente sem iniciativa! Ela simplesmente fechou a porta e foi andando… momentaneamente, fiquei estática, sem reação. Em seguida fui adentrando a escolinha até ver o berçário e ali fiquei fazendo perguntas para a atendente… além de ver crianças de mais de um ano dormindo no bebê conforto (ao fazer  4meses o Y já ficava apertadinho) ainda ouvi a atendente contar orgulhosamente q as crianças usam o pátio coberto para ficar no andador (andadores são vetados por pediatras!). NÃAAAAAOOO!!!!!

6!!!!!! – fui recebida com um meneio (claro que a pessoa não conheceria este termo!) de cabeça q poderia ser interpretado como “O q tu qué?” ( “bom dia”, “pois não”… nada disso existe!) ao dizer que queria conhecer a escola “Não pode voltar outra hora?” “Desculpa?” (jurei que não tinha entendido direito) “É que as outras professoras estão num curso na prefeitura…” “E você está sozinha com todas as crianças!? Bem, não posso voltar outra hora, não!”. Se isso aconteceu hoje, tranquilamente, deve acontecer em outras ocasiões… significa que as crianças não precisam de cuidados, banho, comida… porque as “tias”precisam fazer curso!? Ei, já ouviram falar em rodízio!? NÃOOOOO!!!

7!!!!!!! – no mesmo estilo da número 2, mas com mais iluminação natural e mais bem ventilada. A cozinha é bem visível (parece estar numa vitrine telada), sem muita frescura, pedem que os cuidadores/responsáveis acompanhem as crianças nos primeiros dias para fazer um período de adptação mais tranquilo, mas tem 5 crianças por cuidadora…. Talvez!

O grande ponto em comum entre todos estes lugares foi que ou o sling foi visto como uma coisa de outro mundo ou causou completa fascinação. Eu entendo que sling de argola não seja a coisa mais comum do mundo, mas também não é para tanto frisson, ainda mais em locais que deveriam ter profundo conhecimento de puericultura.

Leia mais:

http://bloguinhodoteo.blogspot.com.br/2011/01/em-busca-da-escolinha-perfeita.html

http://ondedesliga.wordpress.com/2012/02/05/procurando-escolinha-voce-pode-nao-acreditar-em-duendes-mas-a-escola-perfeita-existe/

Bebês e gatos (participação especial)

Muito honrosamente fui convidada a fazer uma participação especial no blog da Jéssica Macêdo, o Me Sinto Grávida para falar sobre a relação entre bebês e gatos.

Abaixo segue minha pequena contribuição:

Irmãos mais velhos combinam com bebês? Cachorros combinam com bebês? Por que, então, gatos não combinariam?

Frase  muito comum ouvida por gestantes: “O que você vai fazer com os gatos quando o bebê nascer?” Tradução: “Quando  vai se  livrar desses bichos?” Como se os bichanos fossem um estorvo e não membros da família que simplesmente não falam.

Um dos critérios que usamos para escolher obstetra e pediatra foi chegar logo dizendo que temos dois gatos (minha médica tinha 3 gatos quando o primeiro filho nasceu e ele aprendeu a engatinhar com os 3, minha irmã tinha uma gata quando minha sobrinha nasceu, por que eu não manteria os meus?). Existe um grande mito na sociedade, em geral, que gatos são perigosíssimos para a saúde, causam problemas respiratórios, alergia e a tão temida toxoplasmose! Problemas  respiratórios por causa dos pelos você vai ter se deixar sua casa imunda com novelos de pelos rolando por todos os cantos; alergia só é descoberta depois que o bebê nasce e mesmo assim há medidas paliativas (banho e tosa – sim, para gatos!); e toxoplasmose (procure mais detalhes sobre esta doença no google) você só pega se colocar as fezes deles na boca! Espero que todo mundo lave as mãos depois de limpar a liteira/caixa higiênica/caixa de areia/banheirinho dos seus seres amados de 4 patas!

Um dos mais fortes indícios que estava grávida foi quando a Mitsy, (minha gata de 6 anos, ciumenta e pouco sociável), de repente, ficou extra grudentamente (sic) carinhosa comigo. O Core (o gato que tem 2 anos) como tem pelo médio foi devidamente banhado e tosado logo antes do bebê nascer para minimizar a quantidade de pelos pela casa. Depois que o Yago nasceu, tanto Core quanto Mitsy, apresentam curiosidade a uma certa distância… os dois deitaram dentro do carrinho dele umas duas vezes enquanto ainda não tinha o cheirinho do bebê. Hoje, o Yago está com 5 meses, a Mitsy o cheira de vez em quando enquanto ele dorme e logo sai, o Core interage, de verdade, com as meinhas do bebê quando ele bate os pezinhos, mas como este gato é surdo passa mais tempo por perto inclusive faz questão de deitar no meu colo enquanto estou amamentando e eu é que tenho que mantê-lo longe das mãozinhas agitadas do Yago pra evitar que tufos de pelo sejam arrancados (claro que isso já aconteceu!).

No mais, ambos bichanos continuam dormindo na cama comigo e meu marido, nunca atacaram o bebê e se tem ciúmes de seu irmãozinho mais novo (Mitsy e Core continuam sendo meus filhos tanto quanto eram antes da chegada do meu filhote humano) só demonstram através de pedidos extra de carinho!

Senhora F.

Solidariedade: mulheres vítimas de violência doméstica

De vez em quando a gente se pega reclamando da vida, esperando que o marido/companheiro faça mais, achando que nossos bens materiais estão longe da perfeição… e quando queremos nos desfazer disto ou daquilo, qual é o destino que damos a eles?

Imagino que todo mundo já tenha ouvido falar em abrigos para mulheres vítimas de violência doméstica. Estas mulheres têm muitos motivos para reclamar da vida, para esperar nunca mais ter um marido/companheiro (ou se tiverem que seja O príncipe encantado, mesmo!), e para achar que cada alfinete que conquistam nesta nova fase da vida delas seja a perfeição materializada!

Nesta semana fiz uma doação de roupas, calçados, acessórios, perfume, remédios, utensílios domésticos e fraldas para a casa abrigo de mulheres vítima de violência doméstica  mantida pela Secretaria da Mulher do GDF. O mais incrível para mim foi a gratidão demonstrada pela bolsa de eventos onde coloquei as roupas e pelos copos de requeijão (de vidro). Gente, estas mulheres (na sua maioria grávidas ou com filhos pequenos) precisam recomeçar do zero (muitas saem de casa só com a roupa do corpo) e precisam de TUDO desde roupas até móveis, inclusive cursos que lhes deem condições de ingressar no mercado de trabalho.

Em uma conversa com as mulheres da Secretaria percebi que quando a gente pensa em ajudar  quem está em situação de vulnerabilidade pensamos diretamente em necessidades básicas: alimentos, roupas, calçados e móveis. Como eu já disse, essas mulheres estão recomeçando (muitas começando, mesmo) suas vidas e passaram por um momento muito traumático, então além do básico precisam de um pouco de lazer e valorização da auto-estima. Pensando nisso separei umas bijuterias, livros e revistas, e logo em seguida lembrei que elas e seus filhos também precisam estudar então também separei material escolar. Gente, vamos nos unir separando coisas que temos sobrando em casa que atendem as mais diversas necessidades para ajudar essas mulheres que estão passando por este processo de “empoderamento”.

Tendo tudo isso em vista gostaria de lhes propor que esta entidade entrasse no nosso rol permanente de entidade a ser ajudada. Podemos ajudar a criar um mundo melhor  a partir de pequenas ações e acho que poderíamos começar efetivamente ajudar a criar um mundo melhor para essas mulheres vítimas de violência doméstica.  O endereço da Secretaria da Mulher do GDF, centro de referência é Anexo do Palácio do Buriti, 10° andar, sala 1005. Tel: 39051608. – Vocês podem ajudar em suas respectivas cidades entrando em contato com as prefeituras e pedindo para falar com o pessoal responsável por assistência social que eles devem lhes dar orientação.

Obs.:  Na casa abrigo do GDF a estrutura parece ser muito boa, além de abrigo e alimentação elas recebem apoio de alguns assistentes sociais e psicólogos (se não me engano 4 profissionais de cada área).

Leia mais:

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=164496&id_secao=10

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/01/24/interna_cidadesdf,287353/mulheres-agredidas-sao-desencorajadas-a-denunciar-parceiro-em-delegacias.shtml

http://www.pesquisando.eean.ufrj.br/viewpaper.php?id=216&print=1&cf=1

Lei 11.340 = Lei Maria da Penha http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm

Dicas para as primeiras visitas

Hoje o Yago completou um mês de vida e apesar de ainda estarmos em fase de adaptação JÁ me sinto disposta a receber as primeiras visitas (pelo menos das pessoas mais íntimas). Ontem recebemos as primeiras visitas de pessoas absolutamente especiais (se há quase 3 anos não tivesse integrado o LuluzinhaCamp nunca as teria conhecido!): Bia, Jana, Lucirene e Rosa.

Fazia uma semana que elas haviam combinado de vir nos ver e “the timing was just perfect”! Vieram justo no dia em que passei a maior parte do tempo sozinha e com o Yago chorando desesperadamente (malditas cólicas!), estava precisando que alguém ficasse com ele no colo um pouco para que eu pudesse tomar banho e preparar o banho dele… em outras palavras precisava de uma força para poder RESPIRAR! Além de tudo isso as meninas ainda me ajudaram a relaxar falando de assuntos aleatórios! Amo vocês!

Bem, existem algumas regras básicas para as primeiras visitas ao bebê e a uma recém-mãe (sinto muito, mas o recém-pai acaba ficando meio de escanteio nestes momentos!):

* Avise que vai – não é muito legal ser pego de surpresa neste período conturbado!;

* Não espere um anfitrião modelo – além das restrições alimentares da mãe, para evitar cólicas no bebê (carne vermelha, soja, laticínios, nozes/castanhas, embutidos e chocolate) raramente (a não ser que se tenha empregada) é possível deixar petiscos disponíveis para as visitas (E com as restrições é melhor evitar as tentações, né?). Então, além de não esperar ser recebido com boas-vindas gastronômicas, se puder, leve algo comestível (levando em conta as restrições alimentares!!!);

* O tempo da visita deve ser limitado – não é que os recém-pais não gostem de visita (na verdade faz bem para a saúde mental deles falar sobre outros assuntos que não sejam somente os relacionados ao bebê), mas a rotina da casa e da família está toda alterada, os pais estão cansados e o bebê tem necessidades que nem sempre são bem supridas em frente a terceiros (eu, por exemplo, acho que amamentar é um ato muito íntimo; outro exemplo é o da minha sobrinha, nos primeiros meses ela não conseguia mamar direito se tivesse mais pessoas além dela e da mãe);

* O bebê é lindo, mas não é uma boneca! – lavem as mãos antes de tocá-lo; não fiquem com ele no colo por muito tempo; evitem visitas se estiverem gripados; o corpinho dele ainda é muito frágil, isso inclui seus olhinhos, tenha cuidado ao tirar fotos com flash!

* Presentes: as  pessoas perguntam o que os pais querem (isso é contrangedor! <enrubescendo>) ou do que estão precisando. Coisas que são úteis para os cuidados com o bebê: fraldas, bepantol baby, quadradinhos de algodão, roupinhas, sabão líquido específico para roupinhas de bebês, sling/canguru (os pais ficam com os braços livres e ao mesmo tempo com o bebê bem pertinho), e outros acessórios (pense no seu orçamente e, se ainda estiver em dúvida pergunte para os pais: Vcs preferem X ou Y?).Para ambos os pais: comidinhas prontas (principalmente no primeiro mês), diária de faxineira (quem tem energia para  limpar a casa?) .  Para o papai: convite para dar uma volta no estilo clube do Bolinha (papais precisam de um tempo só para eles tbm), whisky/charutos/chocolates de acordo com seus gostos pessoais. Para a mamãe: cremes para tratamento “instantâneo” para os cabelos (a vaidade continua, mas o tempo é limitado), absorventes descartáveis para os seios (ninguém merece ficar com a roupa manchada de leite).

Fala que eu te escuto, mas…

nem sempre compreendo!

No episódio 4 da sétima temporada de Bones (Comentário com spoiler!!!) o Booth, que foi criado pelo avô, recebe a notícia de que seu pai morreu. O Booth valoriza demais o avô, mas despreza o pai por se sentir abandonado por ele. Cada vez que o avô toca no assunto da morte do pai o Booth se esquiva e deixa bem claro que não quer falar sobre isso. Em certo momento o avô se irrita e reclama da insensibilidade do neto ao não perceber que aquele pai, bom ou ruim, também foi filho de alguém e que a morte de um filho sempre faz os pais sofrerem.

Quantas vezes somos incapazes de entender os sentimentos dos outros? Seja porque estamos concentrados demais no que nós sentimos ou porque seja difícil explicar nossos próprios sentimentos. Ahhh se as palavras que conhecemos pudessem, por elas mesmas, expressar exatamente o que se passa nas nossas mentes e corações…

Peço, então, mil perdões pelas vezes  que minhas palavras foram insuficientes ou soaram duras demais!

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