Coleta seletiva, você sabe separar?

Vidro, plástico, metal, papel EEE o resto?

Na praça ao lado da minha casa tem quatro conteiners enormes com apenas as quatro divisões clássicas para coleta seletiva (o que já é uma iniciativa louvável da prefeitura). Em cada um há uma lista dos materiais aceitáveis e os inaceitáveis (muito didático!). Mas me restam dúvidas, muitas dúvidas!

Por exemplo, embalagens de comida feitas de papel não podem ser recicladas junto com papel limpo, então é lixo orgânico? Como tem gordura não podem ir para a composteira ou minhocário, ainda assim é considerado lixo orgânico?

Lâmpadas são basicamente vidro e metal, mas não devem ser colocadas em nenhuma das duas lixeiras, e faço o que com as que estão queimadas?

Sempre ouvi falar que dejetos humanos quando mal direcionados contaminam os lençóis freáticos, mas papel higiênico nào é classificado como lixo orgânico?

Afinal de contas isopor é reciclável?! Coloco junto com papel ou plástico?

Pilhas quando vazam fazem a maior lambança, tanto em nossas casas, quanto no meio ambiente. Vou guardando as que não prestam mais em uma garrafa pet, mas e quando ela está cheia devo descartar onde?

Coleta seletiva é uma ideia ótima, mas ainda faltam pontos de coleta mais acessíveis para a população em geral e faltam explicações mais específicas do que simplesmente as quatro  divisões básicas.

Solidariedade: mulheres vítimas de violência doméstica

De vez em quando a gente se pega reclamando da vida, esperando que o marido/companheiro faça mais, achando que nossos bens materiais estão longe da perfeição… e quando queremos nos desfazer disto ou daquilo, qual é o destino que damos a eles?

Imagino que todo mundo já tenha ouvido falar em abrigos para mulheres vítimas de violência doméstica. Estas mulheres têm muitos motivos para reclamar da vida, para esperar nunca mais ter um marido/companheiro (ou se tiverem que seja O príncipe encantado, mesmo!), e para achar que cada alfinete que conquistam nesta nova fase da vida delas seja a perfeição materializada!

Nesta semana fiz uma doação de roupas, calçados, acessórios, perfume, remédios, utensílios domésticos e fraldas para a casa abrigo de mulheres vítima de violência doméstica  mantida pela Secretaria da Mulher do GDF. O mais incrível para mim foi a gratidão demonstrada pela bolsa de eventos onde coloquei as roupas e pelos copos de requeijão (de vidro). Gente, estas mulheres (na sua maioria grávidas ou com filhos pequenos) precisam recomeçar do zero (muitas saem de casa só com a roupa do corpo) e precisam de TUDO desde roupas até móveis, inclusive cursos que lhes deem condições de ingressar no mercado de trabalho.

Em uma conversa com as mulheres da Secretaria percebi que quando a gente pensa em ajudar  quem está em situação de vulnerabilidade pensamos diretamente em necessidades básicas: alimentos, roupas, calçados e móveis. Como eu já disse, essas mulheres estão recomeçando (muitas começando, mesmo) suas vidas e passaram por um momento muito traumático, então além do básico precisam de um pouco de lazer e valorização da auto-estima. Pensando nisso separei umas bijuterias, livros e revistas, e logo em seguida lembrei que elas e seus filhos também precisam estudar então também separei material escolar. Gente, vamos nos unir separando coisas que temos sobrando em casa que atendem as mais diversas necessidades para ajudar essas mulheres que estão passando por este processo de “empoderamento”.

Tendo tudo isso em vista gostaria de lhes propor que esta entidade entrasse no nosso rol permanente de entidade a ser ajudada. Podemos ajudar a criar um mundo melhor  a partir de pequenas ações e acho que poderíamos começar efetivamente ajudar a criar um mundo melhor para essas mulheres vítimas de violência doméstica.  O endereço da Secretaria da Mulher do GDF, centro de referência é Anexo do Palácio do Buriti, 10° andar, sala 1005. Tel: 39051608. – Vocês podem ajudar em suas respectivas cidades entrando em contato com as prefeituras e pedindo para falar com o pessoal responsável por assistência social que eles devem lhes dar orientação.

Obs.:  Na casa abrigo do GDF a estrutura parece ser muito boa, além de abrigo e alimentação elas recebem apoio de alguns assistentes sociais e psicólogos (se não me engano 4 profissionais de cada área).

Leia mais:

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=164496&id_secao=10

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/01/24/interna_cidadesdf,287353/mulheres-agredidas-sao-desencorajadas-a-denunciar-parceiro-em-delegacias.shtml

http://www.pesquisando.eean.ufrj.br/viewpaper.php?id=216&print=1&cf=1

Lei 11.340 = Lei Maria da Penha http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm

3,4, feijão no prato!

Eu faço parte de uma boa parcela da população brasileira que passou a infância tendo arroz e feijão como base a sua alimentação diária. Depois de fazer  30 anos feijão passou a não ser um alimento exatamente “socialmente bem aceito” (= muitos gases, flatulência, gases, puns…) na minha vida. Sempre gostei dessa leguminosa em todas a suas variações: branco, preto, rosa, mulatinho, carioca, jalo, amendoim, azuki, vermelho… Então como faz?

Seguem algumas dicas de como diminuir o efeito “bomba de gás de efeito IMORAL”:

* Molho por cerca de 12 horas – além de ajudar a amaciá-lo na hora de cozinhar ajuda a eliminar a produção de gases. Minha irmã LêSC me deu uma dica preciosa (para mim tem funcionado muito bem) durante o tempo de molho trocar a água umas duas vezes e colocar uma água nova na hora de cozinhar;

* Tomate – minha mãe ensinou que um tomate colocado para cozinhar na panela de pressão junto com o feijão aumenta a digestibilidade do “pretinho (seja lá a cor que você escolher) maravilha”;

* Louro – a @cfraga me disse esses dias que o costume de colocar louro no feijão tem relação direta com seu poder de amainar os flatos;

* Água fervente – antes de cozinhar o feijão ponha de molho por 30 mim em água fervente (dica de pediatra);

* Dica que achei na intenet: “São duas opções: na primeira, você deixa num pote com água durante 5 horas e cozinha na panela de pressão por 20 ou 30 minutos. A outra é cozinhar a porção na panela de pressão por 5 minutos, desligar o fogo, deixa descansar por 30 minutos, trocar a água e volta a cozinhar o feijão com a água nova.” (fonte: http://www.bolsademulher.com/corpo/paixao-nacional-9402-2.html).

Bom apetite! 😉

Comida saudável e prática no forno

PEIXE VERDE E AMARELO

azeite de oliva  (para untar a forma e regar os legumes)

1camada de filé de peixe (usei Saint Peter)

1 abobrinha brasileiea e 1 abobrinha italiana (zuchini) picadas grosseiramente

1/2 pimentão amarelo em pedaços grandes

alguns dentes de alho inteiros e  descascados

salpicar com sementes de gergelim

FRANGO COM COGUMELOS

100 ml de água

2 ou 3 batatas em cubos de 1 cm

cogumelos  picados – suficiente para cobrir o fundo da forma

350 gr de frango em cubos pequenos – temperado previamente com sal e gengibre ralado

* Em ambas as receitas  dispus os ingredientes  conforme a ordem listada. Cada um dos pratos precisa ir ao forno em fogo médio até o líquido secar e a carne cozinhar. As medidas podem ser alteradas livremente para atender as necessidades de cada um (aqui em casa somos dois adultos).

Pelo direito de escolher

Desde o momento que decidi engravidar (leia obs.) tinha certeza que teria um parto normal (leia-se: vaginal).  Na verdade, o que eu queria mesmo era um parto natural (sem sedação e anestesia). Daí me toquei que eu queria mais que isso, queria que fosse humanizado (com presença de pessoas em quem confio, com diminuição de luz, sem intervenções cirúrgicas, sem ar-condicionado…). Afinal, quantos tipos de parto existem? Olhem este texto aqui: http://www.amigasdoparto.com.br/tipos.html

Mas a vida não segue agendas, protocolos, nem os planos que a gente faz… Estamos entrando na 40 semana e o Yago segue sentadinho (apesar das sessões de acupuntura, inúmeras moxas  e posições de ginástica para ajudá-lo a virar) e temos uma grande probabilidade de termos que fazer uma cesariana.  Como diz a minha médica cada gestação é uma e tudo pode acontecer (ela já viu criança virar durante o trabalho de parto na 41ª semana!). Meus exemplos familiares:  A minha mãe mesma passou por três gestações únicas com partos diferentes: 1ª Teve apendicite no sexto mês, foi operada e passou um mês internada para a recuperação, no oitavo mês foi feita uma cesárea (poderia ter esperado um pouquinho mais, mas foi pressionada pelo médico!). 2ª Tudo decorria bem, bebê saudável e tals, mas no parto normal usaram fórceps! 3ª Gestação gemelar levada a cabo até a 38ª semana, parto normal sem episiotomia! –  Minha irmã LêSC teve diabetes gestacional (pode causar obesidade e cardiopatia no bebê), do começo ao fim da gravidez teve um ganho de 3 quilos, seis meses atrás minha sobrinha nasceu super saudável com cerca de 2,9 kg em uma cesárea na 40ª semana (minha irmã não teve dilatação, nem entrou em trabalho de parto).

Por essas e por outras vamos esperar (sim, porque na verdade NÓS estamos grávidos, o Yago foi um projeto coletivo do Sr F e meu) o máximo que pudermos antes de decidirmos por uma intervenção cirúrgica (O bebê tem 42 semanas para ficar na segurança do útero, por que deveríamos apressar a sua saída de lá? Tem lugar mais seguro do que a barriga da mãe?). Mas as pessoas ao nosso redor estão mais ansiosas que nós, os pais! Dias atrás, no trabalho, o Sr F ouviu tantos palpiteiros que resolveu responder publicamente:

” Recado: Sou a favor que a mulher decida se quer gestar o bebê, ter parto normal ou cesária. Enfim, política democrática de respeito à mulher. “

Felizmente tenho todo um suporte familiar para saber que posso escolher a forma que eu me sentir mais confortável para DAR A LUZ, mesmo que isso signifique que no meio do trabalho de parto eu ache que a dor é demais para mim e pedir todo tipo de intervenção disponível!

 Algumas semanas atrás passei a frequentar um grupo de gestantes que faz uma campanha muito forte pelo parto natural. Até então, eu achava que a única forma real de dar a luz era através do parto vaginal.  Será mesmo? Até a pouco tempo o primeiro argumento que vinha a minha mente era: antigamente só tinha parto normal. Pois é, só que antigamente (sabe-se lá de quanto tempo estamos falando aqui!) tudo era diferente! A sociedade como um todo era diferente: a quantidade de filhos, a idade com que se casava, os problemas de ter um filho sem pai, a alimentação, os tipos de atividades físicas, os papéis sociais e profissionais, as cobranças de se ser uma super-mulher (profissional-mãe-esposa-gata…) e por aí afora! Da mesma forma este argumento tem que ser questionado quando fala-se sobre os partos em outras culturas (na Europa contemporânea, na América do Norte e até mesmo nos rincões e entre os indígenas brasileiros.).

A cesariana é uma cirurgia que salva milhares de vidas todos os dias, mas será que ela pode ser eletiva? Será que uma pessoa (ou um casal) ao engravidar pode programar a data do seu parto? Quem pode julgar o limiar da dor dos outros? Já vi e ouvi pessoas comparando cesariana ao direito da pessoa escolher fazer um aborto ou uma cirurgia plástica (estou falando aqui de pessoas devidamente esclarecidas sobre os prós e contras, que não foram  pressionadas pelos profissionais que lhe deveriam dar assistência) e várias condenando esta comparação por envolver a vida da mãe e da criança que não tem como expressar sua vontade (como se no aborto a situação não fosse a mesma!). Bem, por que não? É muito fácil julgar as decisões alheias, mas não podemos esquecer que o ser humano é único.

Além disso, a campanha pelo parto vaginal é tão radical que muitas cesareadas acabam sofrendo violência verbal e psicológica como se fossem “MENOS”! Nem toda mulher que passa por uma intervenção cirúrgica no parto é vítima de desconhecimento ou de má informação.

Que todas as mulheres tenham direito à informação e à opção de como acham que seja a melhor forma de seu(s) filho(s) vir(em) ao mundo!

Obs.:  Com nove anos de idade decidi que não teria filhos, e mantive essa opinião até outubro do ano passado (estava com quase 34 anos) . Mas por que não? O principal argumento que eu usava é que eu era egoísta demais para me dedicar de forma adequada a satisfazer todas as necessidades de uma criança, mas ao mesmo tempo pensava na possibilidade de adotar (já tem tanta criança perdida nesse mundo, precisando de família, estrutura…) em algum momento da minha vida. Depois de muitos anos de terapia descobri que o real motivo que a maternidade me assustava era o medo da possibilidade da criança ter um pai ausente (dados empíricos <leia-se: o senso comum> apontam que há uma grande tendência mundial dos homens acabarem sendo meros reprodutores!<Compare o número de pais e mães solteiros que você conhece, além dos pais e mães que fogem da responsabilidade de criar seus filhos.>).  O Sr F é tão presente e dedicado tanto como parceiro como “pai” dos nossos gatos que tenho certeza que independentemente o que aconteça entre nós o Yago SEMPRE terá o MELHOR PAI DO MUNDO!!! F. te amo muito, viu!? 😉

Veja também:

http://www.materna.com.br/reportagem-especial/parto-normal-humanizado-ou-cesaria/

http://scienceblogs.com.br/eccemedicus/2011/11/abortamentos-e-cesarianas/

http://guiadobebe.uol.com.br/parto-na-agua-e-seguro/

http://carolmafrason.drope.org/

http://geraldoprado.blogspot.com/2011/11/nota-da-ajd-sobre-partos-com-gestantes.html

25/11: Dia Internacional Pelo Fim da Violência Contra a Mulher

Hoje está havendo uma grande campanha na blogosfera para que os blogueir@s escrevam textos falando sobre a violência contra a mulher. A maior parte dos textos que tenho visto falam de violência física (e, às vezes, psicológica) infligida, principalmente, por homens contra mulheres.  Como estou grávida, quero falar de outro tipo de violência: a política de opressão do parto normal!

O que mais vemos por aí são campanhas incentivando o parto normal. O que é o parto normal? A princípio, o parto “normal” é considerado o parto vaginal. Qual é o problema deste parto? A dificuldade de acesso a ele! (Aviso: este é um post extremamente pessimista, mas isso não quer dizer que não existam outros ângulos pelos quais a questão deva/possa ser vista!)

No Brasil, atualmente, temos três possibilidades de acesso ao parto normal:  no sistema público, através de convênios/planos ou particular.

No sistema público o parto normal pode ser realizado basicamente em dois locais: os hospitais ou as casas de parto. Os hospitais normalmente são vistos como locais de doença, então há pouca estrutura para que o nascimento aconteça de forma tranquila, sem muita intervenção (sedação, anestesia, cortes, lavagens…) com um acompanhante com quem a parturiente sinta-se segura, diminuição de luzes… Já as casas de parto são o local de vida. Apesar de poucas, as casas de parto são locais específicos voltados exclusivamente para ajudar as mulheres a trazer ao mundo seus filhos com o menor número de intervenções o possível, exatamente por isso é que só são realizados partos de baixo risco e humanizados.  – Mas como é a valorização dos profissionais que trabalham para o sistema público? O governo os remunera de forma proporcional ao trabalho que prestam? (Leia mais: http://diplomatique.uol.com.br/print.php?tipo=ar&id=606&PHPSESSID=2992afb2cd65c8594faad2ff286459fc)

A classe média brasileira tem a esperança de conseguir um atendimento um pouco mais humano (menos sobrecarregado e menos impontual) quando opta por pagar um plano de saúde. O problema é que os convênios de saúde são atravessadores e o valor pago a eles chega muito diluído aos médicos. Então, muitos obstetras que atendem por planos de saúde só realizam cesarianas porque é mais rápido e eles podem programar suas agendas sem a necessidade de cancelar um dia inteiro de consultas. – Claro, mesmo sendo mal remunerados, há louváveis exceções entre os médicos.

E por fim, temos a possibilidade de atendimento particular. Qual é parcela da população que tem condições de bancar este tipo de serviço? Mesmo pagando nem sempre tem-se a garantia de ter seu desejo respeitado, são inúmeros os casos em que a gestação foi toda planejada para que o parto fosse normal e no fim, por pressão dos profissionais de saúde envolvidos acabou-se realizando uma cirurgia. É muito difícil argumentar com uma pessoa que tem a autoridade de anos de faculdade e experiência quando ela diz que por um “capricho” a vida da criança e da mãe podem estar em risco! – Pesquise muito, sempre, antes de optar por um médico, procure indicações e ouça os comentários feitos pelos outros pacientes na sala de espera.

Gostaria de deixar um exemplo pessoal de uma violência (verbal e psicológica) sofrida em uma ecografia de rotina. A médica ecografista tem sido a mesma desde a metade da gestação. O nosso bebê está sentado desde o fim do primeiro trimestre. Já no começo do terceiro trimestre ela começou a perguntar sobre a data da cesariana, sendo que sempre deixamos bem clara nossa opção por parto normal. Na penúltima ecografia ela perguntou qual seria a data que iríamos “interromper” a gravidez. Interromper!? Como assim!? Para mim, interrupção de gravidez = aborto! Só se interrompe algo quando não queremos que siga o seu curso “normal”.  – Felizmente o SrF é muito calmo, nessas situações, e tendo em vista o meu claro abalo emocional insistiu que conseguíssemos um encaixe no mesmo dia com nossa obstetra que me tranquilizou tanto quanto a este comentário infeliz quanto a inúmeras outras dúvidas que estavam anuviando meus pensamentos (sempre deixo perguntas anotadas na agenda para evitar de esquecê-las nas consultas).

Veja também:

http://www.campanhapontofinal.com.br/index.php

http://www.luluzinhacamp.com/dia-internacional-pela-eliminacao-da-violencia-contra-as-mulheres/

http://srtabia.com/2010/11/dia-25-pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulher-o-que-podemos-fazer/

http://srtabia.com/2009/11/2511-dia-internacional-da-nao-violencia-contra-as-mulheres/

http://inediz.blogspot.com/2011/11/eu-nao-fui-estuprada.html

http://maismagenta.com.br/2011/11/24/pelo-fim-do-silencio/

http://smiletic.com/2011/11/25/pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulher/

http://colunaecletica.wordpress.com/2011/11/25/voce-faz-a-sua-parte/

http://www.youtube.com/nomachismoec

Coalhada/iogurte especial

Quantas vezes  na vida você já viu/ouviu que o café da manhã é a refeição mais importante do dia? Quantas vezes você acordou atrasado , sem fome ou com preguiça de preparar alguma coisa nutritiva para comer? Então, como faz???

Uma refeição balanceada deve ter proteínas, carboidratos, vitaminas, gorduras, minerais e fibras. Como a gente faz para incluir tudo isso pelo menos no café da manhã? A minha solução foi baseada em praticidade.

Uma vez por semana coloco no liquidificador:

1  litro de coalhada ou iogurte natural

frutas secas (uva passa, ameixa, pera, damasco, banana, figo…)

nozes/castanhas (amêndoas, amendoim, nozes pecã, castanha do Pará, castanha de caju, coco ralado, macadãmia…)

Outros (granola, sementes, farelos, ração humana…)

Mas tudo de uma vez só!? Não… cada vez vario os ingredientes a proporção deles também, mas com certeza sempre tem pelo menos três tipos de castanhas/nozes e três tipos de frutas secas.

E para guardar? Duas opções: ou guardar tudo em um pote só ou já embalar em porções individuais. Sugestão de reutilização: pote de sorvete para toda a porção, ou potes de requeijão para as porções individuais.

Depois disso ainda há desculpa para não começar o dia bem nutrido!?

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